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quarta-feira, 14 de março de 2012

Hã? Rio + 20? WTF ?

Em Junho de 2012 o Brasil será sede da Conferência das Nações Unidas Sobre o Desenvolvimento Sustentável realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) no Rio de Janeiro.

Objetivo

Renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes 

Qual a importância dessa Conferência? 

Líderes de 193 Países que fazem parte da ONU, além de representantes de vários setores se reunirão para discutir formas de como podemos transformar o planeta em um lugar melhor para viver, inclusive para as futuras gerações. 

Por que a Conferência recebeu o nome Rio+ 20? 

Pois o evento acontecerá no Rio de Janeiro, exatamente 20 anos depois de outra conferência internacional que tinha objetivos muito semelhantes: a ECO 92, com o objetivo de debater meios possíveis de desenvolvimento sem desrespeitar o meio ambiente. Vinte anos depois, a Rio+20 reunirá os líderes de todo o mundo para fazer um balanço do que foi feito nas últimas duas décadas e discutir novas maneiras de recuperar os estragos que já fizemos no planeta, sem deixar de progredir. 


"A ECO 92 gerou a criação de importantes documentos como a Agenda 21, as Convenções da Diversidade Biológica e do Clima e a Carta da Terra"

Durante a ECO 92 uma menina de apenas 12 anos, Severn Suzuki, emocionou o mundo com seu depoimento no qual pedia aos adultos que respeitassem o o planeta que eles deixariam para as futuras gerações – Assista o vídeo do depoimento da garota a seguir. 

A Conferência terá dois temas principais: 

§ A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e 

§ A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. 

A Rio+20 será composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está prevista a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de junho, serão programados eventos com a sociedade civil.

No mesmo período da Rio+20, o Rio de Janeiro sediará, também, a Cúpula dos Povos : um evento que contará com debates, palestras e uma porção de outras atividades, sobre os mesmos temas da Conferência da ONU, mas que serão promovidos por grupos da sociedade civil como ONGs e empresas. 

Saiba mais sobre a Cúpula dos Povos clicando aqui

O tema Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável já está meio batido e muita gente desanima em não ver resultados imediatos e nem envolvimento da sociedade, mas a ideia de que todos as esferas da sociedade discutam, ao mesmo tempo, maneiras de transformar o planeta em um lugar melhor para vivermos sempre será de grande valor e importânia para as gerações presentes e futuras. E mesmo quem não participar dessa reunião pode ajudar, pensando em maneiras de diminuir seu impacto na Terra. 

Você também pode colaborar para um Planeta mais Sustentável mudando seus pensamentos e atitudes, basta querer !!! 


Saiba mais sobre o evento clicando aqui 

Rio + 20 nas redes sociais Twitter - Facebook


Por: Guedes, F.L.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O interesse Oculto em dividir o Pará



Em um intervalo de menos de dez dias ocorre uma votação para alterar o Código Florestal, no Senado e um plebiscito para saber se o estado do Pará será dividido dando origem a duas novas Unidades da Federação (Tapajós e Carajás). Ambos os casos tem os setores econômicos ligados ao latifúndio, extensas propriedades rurais, de um lado e a opinião da população e ambientalistas do outro. No Pará, além do latifúndio, a mineração é outro setor capitalista que vem contribuindo pela campanha de divisão. 

O estado do Pará é a segunda maior Unidade Federativa do Brasil, correspondendo a 14,6% do território nacional, atrás somente do Amazonas. Essa grande extensão territorial tem sido um dos argumentos utilizados para uma divisão. Com essa divisão, o Pará, não será afetado somente em seu espaço físico, mas também nos aspectos administrativos e socioeconômicos. 

O Plebiscito

A votação é obrigatória para todos que tenham domicílio eleitoral no estado, que responderão se são favoráveis à criação do estado de Carajás e se são favoráveis à criação do estado de Tapajós. E há a possibilidade de ser a favor da criação de um e contra a criação do outro. 

Se a maioria votar contra a emancipação das regiões, o Congresso deve abandonar o projeto. Se a proposta de criação de um dos estados ou de ambos for aprovada, a Assembleia Legislativa do Pará terá de elaborar e votar um parecer sobre o assunto que será encaminhado ao Congresso. 

A proposta, então, seria submetida a senadores e deputados e precisaria ser aprovada com maioria em ambas as Casas. Em seguida, cabe à presidente Dilma Rousseff sancionar ou vetar a medida

Interesses Ocultos 

Os defensores da divisão têm usado o argumento de que a extensão territorial do Pará é um obstáculo para o desenvolvimento do estado pela distância entre a administração central e diversas cidades do estado. Porém essa campanha tenta ocultar os verdadeiros interesses dos defensores da divisão. 

Os latifundiários e as grandes mineradoras estão querendo explorar principalmente o Sul e Sudeste do estado, áreas ricas em minérios e que permitiriam uma ampla expansão das fronteiras agrícolas. Caso seja criado, Tapajós incluirá reservas florestais e Carajás englobaria áreas de mineração 

Simpatizantes da divisão afirmam que ela facilitaria a gestão de todas as regiões paraenses e ampliaria os recursos Federais destinados a essas áreas No entanto, é preciso ressaltar que estas atividades econômicas não irão desenvolver a região e muito menos gerar riquezas para a população local. Pelo contrário, são atividades voltadas para a exportação de produtos primários, ou seja, de baixo valor agregado, e que apenas reforçam o caráter atrasado da economia do estado. 

Aspectos Negativos 

Defensores da manutenção das atuais fronteiras temem que a divisão empobreça a região que permaneceria como Pará. Segundo estudo o IDESP (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará), a divisão reduziria o Pará a 17% de seu território. Porém, o estado conservaria 64% de sua população, de cerca de 7,5 milhões de habitantes. A campanha empobrecerá o que restar do Pará, beneficiará políticos dos novos estados e terá todas as suas riquezas subtraídas. 
Caso seja criado, Tapajós ocuparia 59% do território e abrigaria somente 15% da população e teria quase metade de seu território ocupado por reservas indígenas ou florestais, incluindo o vale do Xingu, onde o governo pretende construir a usina hidrelétrica de Belo Monte (Saiba mais sobre Belo Monte). Outro aspecto negativo é que a região de Tapajós possui grandes áreas florestais, sendo proibido o desmatamento, além de reservas indígenas e áreas de conservação integral. . 

O estado do Carajás ocuparia 27% do atual Pará e teria 21% de seus habitantes, teria a mineração como principal atividade econômica. Cabe salientar que no Pará estão instaladas grandes empresas do setor como, por exemplo, a antiga estatal brasileira Vale do Rio Doce. 

Segundo um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), caso Tapajós e Carajás sejam criados, gerariam um déficit anual somado de R$ 1,8 bilhão, já que suas receitas não cobririam os custos de manutenção das máquinas estaduais. Os gastos teriam de ser cobertos pelo Governo Federal. Além disso hoje com as contas equilibradas, passaria a ter um déficit anual de R$ 800 milhões. 

A divisão também acarretará em gastos desnecessários para a União e essa proposta é uma estratégia política, pois 3 novos cargos de senadores e 8 de deputados seriam proporcionados para cada um desses novos estados. Na Câmara, alguns estados perderiam cadeiras para que as novas unidades tivessem, cada uma, oito assentos (mínimo estabelecido pela Constituição). 

Por: Guedes, F.L.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Você Paga Por Cada Gota de Água

Independente se a água foi usada ou desperdiçada, você paga por cada gota de água que sai da sua torneira. A água potável que chega a nossa residência é produto de um longo e lento processo de tratamento de forma que a sua conservação deve ser seguida por todas as pessoas. 


O que muita gente não tem consciência é que a água que abastece nossas casas não aparece do nada como se fosse mágica. A água que consumimos atravessa quilômetros de tubulações depois de ter passado por um longo e lento processo de tratamento que demanda tempo e dinheiro. 

A tarifa de água tratada vem aumentando nos últimos anos devido o consumo ter aumentado e a disponibilidade ter diminuído. E por ser um recurso “farto” dificilmente as pessoas dão a atenção devida, pois 24 horas por dia a maioria das pessoas tem água na torneira dentro de casa. Porém isso não é a realidade de todo mundo, a região do semiárido brasileiro, por exemplo, ocupa 10% do território nacional e abriga população de 21 milhões de pessoas. Na maior parte do ano falta água, já que a ocorrência de chuvas é escassa e irregular e a água subterrânea, extraída de poços, é imprópria para consumo devido ao alto teor de sal. Em outras cidades já existe racionamento e escassez. 

A água limpa está cada vez mais rara na Zona Costeira e a água de beber cada vez mais cara. Essa situação resulta da forma como a água disponível vem sendo usada: com desperdício que chega entre 50% e 70% nas cidades, e sem muitos cuidados com a qualidade. 


Mas... No Brasil há tanta fartura de água doce... Devemos nos preocupar??? 

O Brasil é privilegiado com 12% da água doce superficial no mundo. Mas embora o Brasil seja o primeiro país em disponibilidade hídrica em rios do mundo, a poluição e o uso inadequado comprometem esse recurso em várias regiões do País. 

A Amazônia, onde estão as mais baixas concentrações populacionais, possui 78% da água superficial. Enquanto isso, no Sudeste, essa relação se inverte: a maior concentração populacional do País tem disponível 6% do total da água. 

Parte da água no Brasil já perdeu a característica de recurso natural renovável, em razão de processos de urbanização, industrialização e produção agrícola, que são incentivados, mas pouco estruturados em termos de preservação ambiental e da água. 

Nas cidades, os problemas de abastecimento estão diretamente relacionados ao crescimento da demanda, ao desperdício e à urbanização descontrolada que atinge regiões de mananciais. Na zona rural, os recursos hídricos também são explorados de forma irregular, além de parte da vegetação protetora da bacia (mata ciliar) ser destruída para a realização de atividades como agricultura e pecuária. 


Pra quê se Preocupar com Isso? 

Pelo simples fato de TODAS as formas conhecidas de vida precisarem de água, pelo fato de no nosso corpo ela ser o principal constituinte (entre 70% a 75) e também por ser um componente essencial para o bom funcionamento geral do organismo, ajudando em algumas funções vitais, tais como o controle de temperatura do corpo, por exemplo. 

Pense Bem! 

Cada gota de água que você conserva você reduz o valor de sua conta de água e consequentemente quando você usa menor quantidade de água o gasto com sanitização também é reduzido. Assim, pode-se ver que um simples programa de conservação ajuda o ambiente, aliviando o impacto da purificação, estocagem, distribuição e tratamento da água. 


Por: Guedes, F.L.

“Alguns pesquisadores estimaram que em 2025 mais de metade da população mundial sofrerá com a falta de água potável” 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A Introdução de Espécies Exóticas na Natureza

São espécies que não são nativas de um determinado lugar, ou seja, uma espécie que é introduzida em uma área onde não existia originalmente. Sem seus predadores naturais, as espécies exóticas são consideradas a segunda maior causa mundial de extinção da diversidade biológica, ficando atrás dos impactos destrutivos dos homens. O problema ocorre quando animais, plantas e microorganismos de um determinado lugar são levados para outro onde não há predadores para limitar sua população. Afetando assim o ambiente, a economia e a saúde. 



Não entendeu? Veja essa história!

Certo dia João fez uma viagem e encontrou 2 sapinhos bonitinhos e coloridinhos ai resolveu trazê-los para o Brasil e criá-los, porém ele teve que mudar para um apartamento e viu que não poderia mais criá-los, ai resolveu deixá-los livres de novo, afinal que mal poderia haver em saltar os bichos no ambiente? Pra eles seriam ótimo e ficariam livres! Certo? Não, certo seria se ele estivesse no país de origem desses sapinhos... Os sapinhos quando se sentiram livres ficaram muito felizes e logo procuraram desbravar o novo ambiente... Que por sinal este novo ambiente era muito bom pra eles, pois não havia predadores e logo se tornaram topo de cadeia, sendo assim, eles trataram então de dominar o ambiente e se reproduziram muito rápido... 
Os sapinhos coloridos se alimentavam muito e tinham como concorrentes os sapinhos descoloridos que já moravam ali há algum tempo. Essa espécie de sapos tinha um predador temido que, as cobras da região, sendo que estas cobras não comiam os coloridos, pois eram muito espertas e sabiam que quando uma espécie tem muita cor é um sinal de perigo. 
Com a concorrência pelo alimento com os sapos coloridos e pela sobrevivência com as cobras, aos poucos a espécie descolorida foi extinta, porém essa espécie (extinta) se alimentava de insetos que se comiam a vegetação do local e a espécie de sapos coloridas não gostava desses insetos, pois eles eram amargos e com isso a população de insetos cresceu e dizimou a vegetação. As cobras também sentiram falta da espécie de sapos pálidos e foram tentar comer os coloridos, e por eles serem venenosos as cobras começaram a morrer de indigestão e como as cobras começaram a sumir aumentaram também a população de roedores e consequentemente eles dizimaram os ovos dos ninhos das aves do local. 
E como as plantas estavam sendo dizimadas e seu ovos também, as aves resolveram migrar e deixar o local e sendo assim as sementes que as aves disseminavam ao se alimentaram deixaram de brotar e o ambiente ficava cada vez mais deserto e sem vida. 
Sem novas plantas o solo ficou pobre e os insetos morreram também. 
O lago que tinha nas proximidades do local secou com o assoreamento devido a falta da mata ciliar e os sapos coloridos já não tinham mais alimentos e continuavam topo de cadeia e começaram a praticar canibalismo os roedores resolveram migrar para a cidade devido à falta de alimentos. Quando o último sapo comeu o penúltimo este ficou só no deserto, foi quando apareceu uma criança e disse: Que sapo bonitinho mamãe! Posso levar para casa? Claro filha!

 ... Continua ... 

Todo mundo já ouviu falar de alguém que comprou ou ganhou um animal e depois de certo tempo resolveu que não queria mais ele. Até aí tudo bem, mas tem que saber lidar com esse arrependimento. Sendo assim o que “Não” se deve fazer, de maneira alguma é soltar estes animais num ambiente diferente do seu local de origem.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Novo Código Florestal - Saiba o que muda


“O ATUAL CÓDIGO FLORESTAL PROTEGE AS ÁREAS NATURAIS QUE SUSTENTAM A VIDA E ECONOMIA DO NOSSO PAÍS, SENDO AS FLORESTAS E OUTROS ECOSSISTEMAS QUE NOS GARATEM ÁGUA, PROTEÇÃO DO SOLO, E MANUTENÇÃO DA BIODIVERSIDADE”

              E se você fosse uma árvore? O que você teria a dizer sobre isso?




 O que Seria o Código Florestal?

É uma Lei de 1965 que estipula regras para a preservação ambiental que prevê dois mecanismos de proteção ao meio ambiente. O primeiro são as chamadas Áreas de Preservação Permanente (APPs), locais como margens de rios, topos de morros e encostas, que são considerados frágeis e devem ter a vegetação original protegida. E o outro mecanismo é a Reserva Legal, uma área de mata nativa que não pode ser desmatada dentro das propriedades rurais.

Fazendeiros X Ambientalistas





De um lado os ambientalistas, grupo de pessoas que crêem que as mudanças no Código vão favorecer os desmatamentos, ficam em desvantagens por serem uma minoria e do outro lado estão os ruralistas, grupo de fazendeiros influentes que alegam que a legislação vigente é muito rigorosa e prejudica a produção, que são na maioria políticos e seus familiares, e que tem o poder que a própria sociedade os confiou.



O que muda com o Novo Código Florestal e quais os Prejuízos


Em relação às Áreas de Preservação Permanente:

O código protege áreas frágeis como beiras de rios, topos de morros e encostas íngremes, que são conhecidas como Áreas de Preservação Permanente (APPs). Na lei atual essas áreas estão bem definidas e não podem ser ocupadas.
Com as alterações essas áreas seriam reduzidas e as ocupações irregulares seriam mantidas. Com isso as áreas que, por estarem irregularmente ocupadas, sofrerão com enchentes, deslizamentos, assoreamento e seca de rios, e serão as mais fortes candidatas a serem consideradas como áreas consolidadas e, portanto, condenadas a conviver eternamente com esses problemas, já que não haverá recuperação e as ocupações permanecerão. Tragédias como a de Angra dos Reis, Vale do Itajaí e Alagoas vão ser “legalizadas”.

Em relação à Reserva Legal

O Código florestal estabelece a Reserva Legal, que é uma área de mata nativa que deve ser conservada dentro de uma propriedade rural, sendo que hoje todas as propriedades têm que manter a Reserva e se ela tiver sido desmatada ilegalmente no passado tem que ser recomposta ou compensada.

A proposta de alteração prevê que as propriedades pequenas não precisariam manter as Reservas Legais, na prática isso acabaria abrindo uma brecha na lei, pois propriedades médias e grandes poderiam ser divididas no papel, sendo dispensadas de ter qualquer área protegida.

Em relação à regularização ambiental e anistia

Proprietários que não tenham a Reserva Legal ou APPs preservadas estão sujeitos a multas caso se recusem a recuperar, ou quando desmatem ilegalmente. Podem também ter a produção embargada.

Com a proposta os Estados terão cinco anos, a partir da publicação da lei, para criar programas de regularização. Nesse período, ninguém pode ser multado, e as multas já dadas ficam suspensas. Os que aderirem à regularização podem ser dispensados em definitivo do pagamento de multas e, como já dito, inclusive da recuperação das áreas ilegalmente desmatadas.

  
Se todas as alterações forem aprovadas, o país poderá gerar mais gases causadores do efeito estufa contribuindo ainda mais para o aquecimento global. Só com a redução das matas nas margens dos rios será perdida uma área equivalente a 2 milhões de campos de futebol  de florestas (Fonte: SOS Florestas).  E com tanta redução, a perda de biodiversidade é certa e haverá prejuízo na qualidade da água, o empobrecimento do solo. Além disso, com a ocupação das áreas de risco enchentes e deslizamentos ficariam ainda mais frequentes.

Essa alteração ameaçará o meio ambiente e o bem estar da sociedade, portanto procure o político em quem votou e se manifeste contra essas mudanças.

Fique por dentro acesse aqui e informe-se melhor


Não há um minuto a perder! Vamos enviar uma avalanche de mensagens para a Presidente Dilma e líderes dos partidosdeixando claro que não deixaremos que eles barganhem nossas florestas! clique na foto e mande sua mensagem.


Palavras da Presidenta Dilma em relação as alterações do Código: http://goo.gl/NLbee





quarta-feira, 6 de abril de 2011

Documentário: Lixo Extraordinário

Lixo Extraordinário - A trajetória do lixo dispensado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina localizado na periferia de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, até ser transformado em arte pelas mãos do artista plástico Vik Muniz e seguir para prestigiadas casas de leilões internacionais.
Foi premiado no Festival de Berlim de 2010 e o sétimo fime/ documentário brasileiro a concorrer ao Oscar, mas ainda não foi dessa vez. Essa co-produção realizada entre Brasil e Reino Unido que concorria na categoria de melhor documentário perdeu o Oscar para um documentário que abordava a origem da crise econômica de 2008, porém não deixou de marcar pela sua simplicidade e grandiosidade, que sem dúvidas mexeu com a cabeça de muita gente. Sem dúvidas um filme chocante emocionante e visceral que mostra a realidade de poucos e o papel fundamental de pessoas que além de viver do “lixo” possuem um papel fundamental na preservação do meio ambiente.


Sinopse:
Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano.

O filme teve como em foco a ideia de causar no mundo um efeito transformador de hábitos e pessoas e se tornar mais revelador a cada minuto que passa, mergulhando em um universo sem precedentes com personagens pobres socialmente, mas ricos de espírito, divertidos e, fundamentalmente, emocionantes.

No intuito de montar quadros gigantes de sucata, aproximar os catadores de lixo da arte e ver como isso poderia mudar suas vidas, o Diretor vai estreitando seu relacionamento com estes “atores” e deixando o espectador fazer parte dessa nova realidade que bate na porta de cada um deles.
A história vai crescendo e você, claro, vai fazendo cada vez mais parte dela. Não só porque aquele lixo poderia ser seu, mas porque é extremamente difícil não se sensibilizar com o resultado do trabalho, um luxo absoluto.

Com uma boa trilha sonora, a edição perfeita monta uma história com começo, meio e final feliz de uma triste realidade que teima em não mudar.
Imperdível, chocante e emocionante vale a pena conferir!

Veja o trailer: